“No primeiro equipamento, a gente fazia um grama por hora, que é assim que se mede o ozônio. Hoje, nós fazemos 180 gramas por hora com o equipamento e isso nos permitiu nos aventurar até a tratar água de cidade, como hoje começamos a fazer”, diz o engenheiro eletrônico Samy Menasce.
Veja a reportagem abaixo...
Fonte: PEGN

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