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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Como montar uma empresa de biodiesel reciclado?


Todo mundo já sabe que é possível reciclar óleo de fritura saturado, mas ainda não estamos acostumados com a transformação em biodiesel.

Pois saiba que pode ser uma atividade lucrativa. Seguem algumas informações básicas ao interessado em entrar nesse ramo.

Microusinas
Para processar biodiesel com óleo de fritura, existem pequenas máquinas, com capacidade de cerca de 400 litros dia, e baixo custo. Sendo para uso próprio, não há burocracia, entretanto se for para comercializar, há necessidade da autorização da ANP e da Receita Federal, que para liberar a comercialização do B100, o biodiesel puro, exige o cumprimento vários itens de especificações.

Processo
O óleo é submetido a um tratamento de purificação. Um filtro retira componentes sólidos, depois é extraída a água. Vem a decantação, para separar o que ainda houver de sujeira, e a centrifugação. A umidade é inimiga número 1 do processo mais viável de produção, a transesterificação.

Se sobrar água, o óleo consegue apenas virar sabão. Para adquirir todo o maquinário para reciclagem, o investimento será de milhares de reais. O óleo limpo é vendido por centavos, então é importante ter a assessoria de profissionais para descobrir o ponto de equilíbrio do negócio.

Um litro de óleo saturado gera cerca de 800 ml de biodiesel.

O óleo reciclado pode ser comercializado também para a indústria química, de cosméticos e de ração, já que utilizam óleo na composição de seus produtos.

O excedente da comercialização de biocombustível pode ser usado para tudo o que for consumido na usina, incluindo o aquecimento de caldeiras, e nos veículos relacionados à sua produção.

Para quem quer experimentar o negócio com pouco investimento, uma boa dica é coletar óleo de cozinha usado. Quando se certificar que consegue um bom volume periódico, entre em contato com quem já recicla o material, assim é possível entrar no ramo, lucrando com a venda.

Este artigo não tem pretensão de substituir uma consultoria profissional. Serve apenas para esclarecer pontos básicos para empreendedores e curiosos.

Este vídeo português ilustra o processo de produção do biodiesel. Veja:


Fonte: Setor Reciclagem
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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Óleo diesel com alto teor de poluição tem venda proibida em 385 Municípios

ABr

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) expandiu a lista de Municípios que não podem mais comercializar o óleo diesel S-1800. A partir desta segunda-feira, 1.º de julho, mais 385 cidades terão de trocar este óleo pelo S-500, menos poluente pois possui uma menor quantidade de enxofre.

A medida está prevista na Resolução 23/2013 da ANP, publicada no dia 27 de junho, no Diário Oficial da União (DOU). O objetivo é diminuir a poluição do ar em benefício a dois setores, o Meio Ambiente e a Saúde. O óleo é usado em caminhões, ônibus e outros veículos de uso rodoviário.

Os Municípios são de setes Estados: Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Espírito Santo, Maranhão e Bahia. Com a expansão da lista, quase três mil dos 5,5 mil Municípios brasileiros devem substituir o óleo S-1800 pelo S-500.

De acordo com a ANP, a região metropolitana de Recife - e a própria capital pernambucana - oferece o diesel S-10, ainda menos poluente que o S-500, desde janeiro deste ano, por isso está adequada à nova determinação e é exemplo.

Experiência da troca
Essa redução do uso do produto mais poluente ocorre desde 2006, quando 237 Municípios das regiões metropolitanas de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Curitiba (PR), Campinas (SP), Belém (PA), Aracaju (SE), Vitória (ES), Baixada Santista (SP), São José dos Campos (SP) e Vale do Aço (MG) receberam a determinação de trocar o S-1800.

Em 2009, a transição se intensificou e desde então a Agência publica várias resoluções que nomeiam os Municípios aos poucos. As resoluções da ANP atendem as exigências do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) e do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O número do óleo refere-se exatamente à quantidade de partículas de enxofre (substância poluidora) presente no produto. Os tipos são: S-10 (10 partículas por milhão - ppm), S-500 (500 ppm) e S-1800 (1800 ppm). A meta é que, em janeiro de 2014, o S-1800 seja tirado de vez de circulação no Brasil.

Veja a lista dos 385 Municípios (Resolução ANP 23/2013)


Fonte: CNM
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Desastre ambiental no Golfo do México. Será que foi proposital?

Em mais episódio de "Teoria Conspirativa" Jesse Ventura e sua equipe desvendam o que realmente aconteceu no desastre do derramamento de petróleo no Golfo do México.



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Brasil monitora possível chegada de mancha de petróleo.

Governo federal está em alerta pela possível chegada de mancha provocada por vazamento de petróleo em um rio no Equador.

Praia com mancha de óleo
Praia com mancha de óleo: autoridades calculam volume do vazamento em 11.480 barris

Rio de Janeiro - O Itamaraty informou neste domingo que o governo federal está em alerta pela possível chegada ao Brasil da mancha provocada por um vazamento de petróleo em um rio no Equador que é afluente do Amazonas e que já passou pelo território peruano.

O Ibama, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Marinha foram alertados sobre o acidente ocorrido em 31 de maio no rio Coca do Equador e estão 'de sobreaviso para a eventualidade de que a mancha de óleo chegue ao país', segundo o Ministério das Relações Exteriores.

As autoridades equatorianas calculam em 11.480 barris de petróleo o volume do vazamento, e o governo brasileiro ofereceu apoio às autoridades de Peru e Equador para as tarefas de contenção e dispersão da mancha, incluindo a possibilidade de envio de técnicos.

'As embaixadas do Brasil em Quito e Lima estão em contato permanente com as autoridades daqueles países, a fim de manter o Governo brasileiro informado sobre a evolução dos acontecimentos no Equador e no Peru', disse o Itamaraty em nota oficial.

O vazamento aconteceu no dia 31 de maio quando um deslizamento de terra na província equatoriana de Sucumbíos, afetou uma parte do encanamento do Sistema de Oleoduto Transequatoriano (SOTE).

Fonte: EXAME
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domingo, 13 de maio de 2012

AL - Ibama/AL aguarda relatório da Petrobras para avaliar punições sobre vazamento de óleo em Coruripe

Apesar de plano de emergência 'impecável', Petrobras deve ser punida por vazamento de óleo em plataforma em Coruripe.

10/05/2012 18:36
Jessica Pacheco

 
Rivaldo Couto, Chefe da fiscalização do Ibama/AL, fala sobre o vazamento de óleo no mar de Coruripe.

Na tarde desta quinta-feira (10), o chefe da Divisão de Proteção Ambiental do Ibama/AL (DIPRAM), Rivaldo Couto, recebeu a reportagem do Primeira Edição e explicou todo o processo de avaliação e responsabilização sobre o vazamento de óleo em uma plataforma da Petrobras no município de Coruripe, ocorrido no último dia 3 maio.
De acordo com o órgão, o acidente está sob a jurisdição do Ibama, pois cada órgão é responsável por aquilo que licencia e, nesse caso, a plataforma de Paru, da Petrobras, é licenciada pela Diretoria de Licenciamento do Ibama Nacional e fica sob a responsabilidade da Coordenação Geral de Petróleo e Gás (CGPEG). Segundo Rivaldo, os acidente são acompanhado pelo comitês de emergências ambientais dos Estados, e nesse ponto entra o Ibama/AL.
“A gente já notificou a Petrobrás para ela apresentar relatório completo do acidente. Como foi o atendimento, se estimaram o volume que vazou, quanto foi o estimando, quanto eles recolheram, vamos ver o tempo resposta. Tudo isso”, explicou Rivaldo. “É importante a gente ver como se deu o atendimento, isso é importantíssimo. Se no local tinha equipamentos para emergências, recolhedor de óleo, mas isso só depois de avaliar o relatório".
Segundo Rivaldo Couto, uma equipe da fiscalização do Ibama/AL esteve no local ainda na sexta-feira (4) e realizou uma avaliação primária por terra, e no sábado (5) a mesma equipe visitou a plataforma da Petrobras.
“A gente avaliou o local para ver se ainda tinha vazamento, confirmamos que foi realmente sanado. Verificamos a logística da embarcação, encontramos o recolhedor de óleo da Petrobras, um navio equipadíssimo, que mesmo depois de ter realizado o trabalho, após o acidente, permaneceu lá para qualquer imprevisto”, disse Couto.
Sobre os impactos ambientais provenientes do acidente, o técnico ambiental foi enfático ao afirma que ‘todo vazamento de óleo gera impacto’, contudo ainda não é possível avaliar o nível do impacto. De acordo com ele, foi possível verificar que o plano de emergência realizado pela Petrobras atendeu as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).
“Tudo depende do atendimento tempo resposta, a gente vai avaliar se foi combatido ou não, e se atendeu as regras estabelecidas no CONAMA”, explicou. “Todo empreendimento, de acordo com a Lei do Óleo, tem que apresentar um plano de emergência individual, ele descreve todos os timos de acidentes para aquele tipo de empreendimento e tem que prever todos os cenários e se tiver qualquer um, ele tem que ter um tempo resposta”, disse ele. “Depende da quantidade de óleo, onde foi, que tipo, entre muitas outras coisas”.
A quantidade de 200 litros de óleo, segundo Rivaldo Couto, foi a confirmada pela Petrobras e, ainda de acordo com a empresa, tudo foi recolhido, mas ainda não se sabe ao certo a quantidade retirada e quantidade que ficou no mar e irá se dissipar através dos meio naturais. Ainda de acordo com ele, na inspeção feita não foi encontrado resquicios de oleo no local, o que deixou os técnicos satisfeitos.
“Tudo depende do relatório que esperamos da Petrobras, vamos avaliar se foi descuido, falta de manutenção, erro humano. Daí vamos ver de que forma será a punição”, explicou. “Com certeza ele vai ser multado pela questão do óleo, se ele derramou uma gota de óleo, será multado, pois o meio ambiente não tolera aquele tipo de óleo”, finalizou.
Para o técnico ambiental, em comparação a outros acidentes de vazamento no mar, esse pode ser considerado de pequenas proporções, mas que da mesma forma ganhou total atenção por parte da Petrobras e do Ibama.
“Acidente com vazamento de óleo no mar, principalmente quando está em manutenção, são bastantes comuns, muitos por falha humana e outros por falha mecânica, e esse especificamente pode ser considerado de pouco significância”, avaliou. “E como eu disse, o atendimento de emergência da Petrobras foi de deixar aliviado realmente. Ao contrário, por exemplo do que aconteceu na Chevron”, disse o técnico, citando o vazamento na Bacia de Campo, no Rio de Janeiro.
A conta desta quarta-feira (9), quando foi a notificação do Ibama, a Petrobras tem exatos 30 dias para apresentar todo o relatório com os detalhes do acidente no campo marítimo de Paru.
Diretoria de atendimento .Os acidente são acompanhado pelo comitês de emergências ambientais dos estado, aqui é como o comitê, e por isso fomos nós que fizemos o acompanhamento.

http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/05/10/ibamaal-aguarda-relatorio-da-petrobras-para-avaliar-punicoes-sobre-vazamento-de-oleo-em-coruripe
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